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<title>Pedagogia</title>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/17</id>
<updated>2026-04-21T13:39:03Z</updated>
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<title>ID docente: um jogo de trilha que aborda a identidade pessoal na docência sob a perspectiva da pedagogia ontopsicológica através do Projeto Estamos Juntos</title>
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<name>BOGORNI, Emanueli Fernanda Weber</name>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/1069</id>
<updated>2026-04-11T18:29:40Z</updated>
<published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">ID docente: um jogo de trilha que aborda a identidade pessoal na docência sob a perspectiva da pedagogia ontopsicológica através do Projeto Estamos Juntos
BOGORNI, Emanueli Fernanda Weber
Este trabalho tem como objetivo relatar o desenvolvimento de um produto educacional a partir de um contexto de formação continuada de professores que atuam na Rede Básica. O produto foi elaborado com base nos princípios de formação da Pedagogia Ontopsicológica e do projeto Estamos Juntos. Os resultados evidenciam que o processo de formação continuada de professores deve favorecer a ampliação da reflexão crítica sobre a prática pedagógica aliada à própria identidade docente. Para atender a essa proposta, foi criado um jogo de trilha que contempla esses aspectos, oferecendo uma abordagem mais dinâmica e prática. Conclui-se que a elaboração de um produto educacional contribui para a aproximação da realidade e promove uma aprendizagem mais significativa.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A autonomia em crianças de seis e sete anos: coadjuvando para a autorrealização</title>
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<name>VOLL, Morgana</name>
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<updated>2025-01-17T18:05:10Z</updated>
<published>2021-08-13T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A autonomia em crianças de seis e sete anos: coadjuvando para a autorrealização
VOLL, Morgana
Este estudo pretendeu analisar de que modo se dá a autonomia da criança na relação dela com o social e quais as contribuições que o desenvolvimento da autonomia traz para a vida dos pequenos a fim de consentir a autorrealização. A autonomia infantil pode ser considerada como a capacidade de definir os seus próprios limites, sem a necessidade da ajuda de outros. Como outros não se considera apenas os adultos, seus pais; mas também indivíduos do meio social. O objetivo principal foi compreender como se dá o processo de autonomia em crianças entre seis e sete anos para que se possa auxiliar a coadjuvar a sua autorrealização. Buscou-se também estudar o que é a autonomia, individuar características de crianças nesta fase e, distinguir o desenvolvimento de crianças autônomas e crianças dependentes. Se caracteriza como uma pesquisa exploratória de caráter quali-quantitativo. Foi aplicado um questionário para pais que possuem crianças com idade entre seis e sete anos, do município de Agudo, RS e do Rio de Janeiro, RJ. O questionário foi baseado no estudo de Silva (2008). A conclusão é a de que se percebeu que a autonomia está presente na dupla moral, uma vez que para que isso se torne possível o indivíduo necessariamente precisa ser autônomo, salvaguardando a identidade pessoal, o seu projeto de natureza e, ao mesmo tempo, relativizando as regras do social, contribuindo assim para a autorrealização do sujeito.
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<dc:date>2021-08-13T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O espaço escolar na educação</title>
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<name>SUSIN, Luisa Leal</name>
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<updated>2023-09-11T23:24:19Z</updated>
<published>2023-07-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O espaço escolar na educação
SUSIN, Luisa Leal
Espaços escolares correspondem aos espaços físicos disponíveis na infraestrutura escolar que são utilizados na oferta educacional. Eles podem ser classificados como espaços internos, como salas de aulas, brinquedotecas, bibliotecas, refeitórios e espaços externos, com pracinhas e parquinhos. O objetivo deste trabalho foi realizar busca na literatura sobre o tema espaços escolares e os aspectos que interferem na aprendizagem, as principais características e sua organização, como o espaço e o ambiente se integram, a organização dos espaços e os aspectos que a legislação abrange. O método utilizado foi a revisão bibliográfica através da busca, com uni termos controlados, em sites de busca como Google Acadêmico, Google, Bing, sites de jornais e revistas, além de buscas na legislação brasileira acerca de regulamentação da oferta educacional e exigências regulamentares para as características dos espaços escolares. Os artigos selecionados foram lidos para extração dos dados necessários para realização desta revisão. A partir da definição e características dos espaços e de ambiente é importante ressaltar que a complementaridade entre eles é fundamental para a oferta educacional. A organização do espaço escolar serve como qualificador da educação, porém os professores precisam observar as brincadeiras e os locais preferidos para isso para poder manter a atenção e o protagonismo das crianças. Uma sala de aula precisa ser versátil e conversível além de proporcionar um ambiente lúdico fazendo com que sua organização contemple as condições físicas necessárias. Carteiras escolares podem ser dispostas de forma diferente para cada atividade visando o melhor aproveitamento do espaço e a dinâmica que será aplicada. Embora teorias acerca de espaços, ambiente e organização da oferta educacional sejam bastante divulgadas ente professores e gestores, o Brasil ainda carece de uma legislação específica para estabelecer as características dos espaços destinados à educação e, mesmo nas legislações municipais o tema não encontra muitos avanços. Grande parte das escolas estão instaladas em edificações construídas antes mesmo do regramento de acessibilidade ser criado e utilizam edificações que muitas vezes passaram por algumas reformas, mas que ainda são insuficientes, tanto para contemplar a acessibilidade plena quanto para contemplar as melhores condições de oferta educacional. Os dados levantados na literatura mostram que ainda há muito o que ser feito para qualificar os espaços visando atingir os melhores resultados em educação, contudo a criatividade dos professores pode fazer com que os estudantes atinjam desempenhos satisfatórios no aprendizado.
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<dc:date>2023-07-20T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A aprendizagem das crianças e a relação familiar: uma perspectiva ontopsicológica</title>
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<name>BORTH, Aline Rosangela</name>
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<id>http://hdl.handle.net/123456789/817</id>
<updated>2023-09-11T22:35:01Z</updated>
<published>2023-07-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A aprendizagem das crianças e a relação familiar: uma perspectiva ontopsicológica
BORTH, Aline Rosangela
É imprescindível o efetivo diálogo entre a família e a escola no processo de &#13;
aprendizagem da criança. No entanto, nesta interlocução, deve-se considerar a &#13;
informação-base, o Em Si ôntico, de cada sujeito, ou seja, as peculiaridades que &#13;
precisam ser levadas em conta no percurso de formação e de desenvolvimento deste. &#13;
Este estudo apresenta como pergunta de pesquisa: a aprendizagem e a dificuldade de &#13;
aprendizagem apresentadas pelas crianças, podem ter relação com a família? O objetivo &#13;
geral deste trabalho consiste em compreender o papel da família no processo de &#13;
aprendizagem da criança, dentro da abordagem da Pedagogia Ontopsicológica, para &#13;
contribuir numa formação à autorrealização. Para auxiliar nesta compreensão, o estudo &#13;
tem como objetivos específicos: a) estudar o que é a aprendizagem, para crianças que &#13;
frequentam a Educação Infantil e Ensino Fundamental; b) identificar o que contribui e o &#13;
que dificulta a aprendizagem das crianças na relação família-escola. O estudo, uma &#13;
pesquisa qualitativa, realizou-se a partir de uma revisão bibliográfica articulada com &#13;
cinco entrevistas, realizadas com profissionais com conhecimentos teóricos e &#13;
experiência prática com a Pedagogia Ontopsicológica. As perguntas foram: 1. Para &#13;
você, o que é aprendizagem, dentro da abordagem da Pedagogia Ontopsicológica? 2. &#13;
Em relação à família, no seu entender, qual o papel dela na aprendizagem da criança?; &#13;
3. A dificuldade de aprendizagem de uma criança, segundo a Pedagogia &#13;
Ontopsicológica, pode ter relação com a família? Como? As conclusões do estudo &#13;
sinalizam que as dificuldades de aprendizagem são um fenômeno complexo e &#13;
multifatorial que requer uma abordagem interdisciplinar e integradora de casa e da &#13;
escola. Mas o mais importante é que a família deve buscar ajuda, procurar psicoterapia, &#13;
aprender sobre si mesma e cada indivíduo crescer como pessoa. A criança depende dela, &#13;
e a partir da felicidade e satisfação da mãe ou do adulto-mãe, a criança também se &#13;
tornará uma pessoa autônoma. Acreditamos que só assim é possível promover o pleno &#13;
desenvolvimento das crianças e garantir o seu direito de viver da forma como nasceram.
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<dc:date>2023-07-20T00:00:00Z</dc:date>
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