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A escolha profissional e os estereótipos

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dc.contributor.author Penceri, Regina
dc.date.accessioned 2018-07-13T23:33:56Z
dc.date.available 2018-07-13T23:33:56Z
dc.date.issued 2011
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/123456789/106
dc.description.abstract O presente estudo visa compreender os estereótipos que permeiam a escolha da profissão a partir do perfil dos acadêmicos que cursam Serviço Social na Unisul, de suas características pessoais, vivências familiares, de suas preferências, estilo de vida e motivação para a escolha da profissão. Para tanto, procede-se a uma retrospectiva histórica, contextualizando seu surgimento no seio da Igreja Católica, que manteve por um período relativamente longo um monopólio da formação dos agentes sociais, bem como o percurso europeu, americano, latino americano e brasileiro. O Serviço Social foi caracterizado como ajuda aos necessitados e desajustados psicossociais e posteriormente o Estado assume a assistência social como política pública. Estabeleceu-se uma correlação entre assistencialismo, assistência, e assistência social, e introduzimos a reflexão sobre a relação da escolha profissional associada aos estereótipos da profissão. Para a identificação do perfil e dos estereótipos realizou-se pesquisa de tipo quantitativa, descritiva e bibliográfica com análise qualitativa e estatística. Para a coleta de dados utilizou-se questionário e entrevistas complementares. Para a análise dos dados elegeu-se as seguintes categorias: perfil dos entrevistados, características de âmbito familiar, características pessoais e relacionamento interpessoal, escolha e representação da profissão. A escolha profissional é a expressão do próprio sujeito. Conhecer seus reais motivos significa conhecer sua história de vida, suas vivências psíquicas, suas marcas, as impressões primeiras. A escolha pela profissão de Serviço Social segue uma seleção temática complexual segundo uma dinâmica de efeito-rede. O estereótipo da profissão de Serviço Social, vem se reencarnando, de geração em geração, desde a sua constituição, o que dificulta sobremaneira o rompimento com o assistencialismo, com a visão de ajuda, de auxílio aos necessitados. Muda a linguagem, os referenciais teóricos, a compreensão da profissão, mas não se é capaz de metabolizar, de alterar a concepção interior que precede a ação. É uma coação a repetir memes. Pode-se afirmar que a seleção temática complexual predominante no perfil do profissional assistente social é o assistencialismo e o altruísmo. pt_BR
dc.language.iso other pt_BR
dc.publisher UESP pt_BR
dc.subject Ontopsicologia pt_BR
dc.subject Estereótipos pt_BR
dc.subject Escolha profissional pt_BR
dc.subject Serviço social pt_BR
dc.title A escolha profissional e os estereótipos pt_BR
dc.type Theses pt_BR


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